Não é que eu não acredite em ti quando dizes que me amas. É só que eu não acho possível que alguém sinta por mim algo com essas dimensões. Não da maneira como tu o sentes. Sinceramente, eu nunca vi nada igual. Nem naqueles filmes fatelas que passam na tv o domingo inteiro. Eu sou aquela mulher distante, de poucas palavras, que ninguém quer pegar - muito menos nutrir tal sentimento como amor. As gavetas do meu quarto não estão cheias de roupa de marca, mas sim a abarrotar de livros. Cada um mais grosso que o outro. E eu prefiro estar um tempo sozinha do que ir dar uma volta com as minhas amigas ou pôr a conversa em dia. Eu não sou aquele tipo de mulher que ama passar horas numa loja, a cheirar todos os perfumes e depois, na hora de comprar, não levar nenhum. Ao invés disso eu prefiro o cheiro de um livro velho e de páginas amarelas, já quase caídas, que se encontra na prateleira mais alta da biblioteca. Sabes, aquela que ninguém espreita só porque dá trabalho. Eu sou estranha, mesmo estranha. Então não me ames por favor, não sintas por mim algo que eu irei sentir o dobro - talvez o triplo - por ti. 

17 comentários:

Andreia disse...

Está lindo! *-*

beatrizpereira disse...

gostei bastante.
que fotografia :o

sophie disse...

adoro :)

beatrizpereira disse...

é mesmo bonita!
de nada.

sophie disse...

ainda bem que achas e muito obrigada joaninha :)

lara beatriz disse...

sim, voltei hoje.

lara beatriz disse...

não foi um mar de rosas, por isso.

dani. disse...

tenho um desafio para ti no meu blog :)

Filipa disse...

Joanaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, que texto lindooooooo <3

Filipa disse...

acredita em mim Joana (: ainda bem que gostaste, é importante :3

Maria Inês Rodrigues disse...

obrigada querida *

ana disse...

está lindo, tens noção?

ana disse...

gostei eu menina joana.

lara beatriz disse...

nisso tens razão... olha preciso da tua opinião tota

lara beatriz disse...

vê se passas pelo fb/msn

ana disse...

de nada :)

mary disse...

revejo-me em várias partes deste texto! Adoro a maneira como escreves, é tão profunda e ao mesmo tempo interessante!