Não é que eu não acredite em ti quando dizes que me amas. É só que eu não acho possível que alguém sinta por mim algo com essas dimensões. Não da maneira como tu o sentes. Sinceramente, eu nunca vi nada igual. Nem naqueles filmes fatelas que passam na tv o domingo inteiro. Eu sou aquela mulher distante, de poucas palavras, que ninguém quer pegar - muito menos nutrir tal sentimento como amor. As gavetas do meu quarto não estão cheias de roupa de marca, mas sim a abarrotar de livros. Cada um mais grosso que o outro. E eu prefiro estar um tempo sozinha do que ir dar uma volta com as minhas amigas ou pôr a conversa em dia. Eu não sou aquele tipo de mulher que ama passar horas numa loja, a cheirar todos os perfumes e depois, na hora de comprar, não levar nenhum. Ao invés disso eu prefiro o cheiro de um livro velho e de páginas amarelas, já quase caídas, que se encontra na prateleira mais alta da biblioteca. Sabes, aquela que ninguém espreita só porque dá trabalho. Eu sou estranha, mesmo estranha. Então não me ames por favor, não sintas por mim algo que eu irei sentir o dobro - talvez o triplo - por ti.

17 comentários:
Está lindo! *-*
gostei bastante.
que fotografia :o
adoro :)
é mesmo bonita!
de nada.
ainda bem que achas e muito obrigada joaninha :)
sim, voltei hoje.
não foi um mar de rosas, por isso.
tenho um desafio para ti no meu blog :)
Joanaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, que texto lindooooooo <3
acredita em mim Joana (: ainda bem que gostaste, é importante :3
obrigada querida *
está lindo, tens noção?
gostei eu menina joana.
nisso tens razão... olha preciso da tua opinião tota
vê se passas pelo fb/msn
de nada :)
revejo-me em várias partes deste texto! Adoro a maneira como escreves, é tão profunda e ao mesmo tempo interessante!
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